Estamos de volta com mais uma edição da Bienal de Coruche a decorrer entre os dias 28 de setembro e 13 de outubro, este ano com uma nova abordagem artísticaa Instalação e que se realizará no exterior, em pleno espaço urbano da vila.

É nossa intenção relacionar a tradição artística com a necessidade da chamada de atenção para os valores urbanísticos e arquitetónicos de Coruche, concretamente para o seu centro histórico, sendo que as intervenções em espaço urbano podem por si serem um veículo ao estímulo cultural, à semelhança do que tem acontecido.

É objetivo desta edição receber obras de artistas que tenham na instalação uma das suas formas de expressão, intervindo num percurso determinado.

Convidamos, assim, todos os que queiram participar a consultar a página eletrónicado Museu Municipal onde estão acessíveis as Normas de Participação e a Ficha de Inscrição, ou a deslocarem-se às instalações do MuseuMunicipal.

Os projetos para seleção devem ser entregues até ao dia 25 de agosto, no Museu Municipal.

Paralelamente à Bienal, e como complemento a esta, ao longo do mesmo percurso vão poder também fruir-se outras áreas de expressão artística, realizados por artistas locais e outros que de alguma forma têm ligação com Coruche.

Ao percorrer as ruas da vila deparar-nos-emos com lojas devolutas que viram galerias, montras que emprestam espaço à arte, fachadas de edifícios que ganhamvida”…

Bienal de Coruche 2013

Imagem  —  Posted: 07/05/2013 in Uncategorized

Exposição de trabalhos recentes realizados pelos artistas distinguidos na Bienal de Coruche entre 2003 e 2009

A Bienal de Coruche já faz parte do património cultural da vila e é com crescente expectativa que de ano para ano temos assistido à sua consolidação enquanto fenómeno artístico, acarinhado quer nos meios artísticos quer por quem nos visita. Contudo, pelo menos para aqueles que têm estado directamente envolvidos neste projecto, ficou sempre a impressão de que poderíamos (deveríamos) ter ido mais longe. Aliás, este sentimento tem sido o motor da vontade para que, de edição em edição, pudéssemos ir ultrapassando as dificuldades naturais que a interioridade padece.
Já em 2007 e 2009 nos referíamos à questão da falta de espaço próprio – forte impedimento à melhoria das condições funcionais e qualitativas da Bienal – e da escassez de meios económicos que, apesar do louvável empenho da Câmara de Coruche, na pessoa do seu presidente, tem constituído outro obstáculo.
Num ano em que todo o país se vê na necessidade de racionalizar recursos e optimizar investimentos, não seria de esperar que os aspectos culturais pudessem competir com outros mais primários, nomeadamente quando continuamos licitamente a ambicionar mais e melhores meios. E é também numa perspectiva de desígnio nacional que neste ano, ano de bienal, tomámos a decisão de interromper o ciclo. Assim, em 2011 não haverá Bienal de Coruche.
Mas é apenas uma interrupção. Com ela esperamos criar melhores alicerces para um crescimento sustentável, uma janela de oportunidade que nos permita atingir os objectivos traçados desde o início e de algum modo sempre adiados.
Não vamos ter Bienal mas não implica necessariamente que não evoquemos o que de melhor nos trouxe. Iremos, assim, promover uma mostra de trabalhos dos autores premiados desde a primeira edição da Bienal de Coruche, o que nos permitirá ter uma visão geral da sua evolução. Tendo já a confirmação da maioria dos distinguidos, será um momento de encontro e reflexão, sempre necessário quando se pretende ser melhor.
Por uma melhor e maior Bienal.

Carlos Janeiro
COMISSÁRIO DA BIENAL DE CORUCHE

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Apesar da crise instalada no país, da curta duração desta exposição (que esteve aberta um pouco mais do que duas semanas) e da sua localização, o balanço final foi positivo com cerca de dois mil visitantes. O que não é de admirar devido ao grande salto qualitativo e da diversidade estética das obras presentes nesta exposição.
Esta iniciativa contou com diversas visitas de estudo de escolas de diferentes partes do concelho, contribuindo deste modo para a formação de futuros públicos. Além disso, contou ainda com uma grande variedade de actividades paralelas, como o ciclo Artes Plásticas e Outras Artes, aberto ao público em geral, que dentro daquilo que se tinha em mente foi bem sucedido. Deste modo, alcançámos mais uma vez um dos objectivos fulcrais da bienal – o seu carácter didáctico, e começámos a atingir uma maior abertura cultural e artística em Coruche. A acrescentar a este panorama tivemos pela primeira vez o Projecto Jovens Artistas, que obteve uma boa resposta e aderência, com a organização de um debate com jovens artistas – o 1.º Encontro de Jovens Artistas, e ao reclamar um espaço para as outras artes, através da exposição de fotografia Take-Away Roots de Sofia Silva.

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Música/Pintura, 17 de Outubro, 21h30, Salão Alcorucen

 

Dois músicos

Uma artista plástica

Uma tela 

Sombra chinesa

 

Pintura/música improvisada

 

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Simbiose entre pintura e música, sempre com uma base de improvisação muito forte, ou não fosse o jazz o improviso por excelência. Desta feita há, no entanto, um elemento novo: a componente cénica – mímica e luz, considerada fundamental na “composição” deste concerto.
Este happening, no sentido conceptual da palavra, é um momento artístico efémero, improvisado que os artistas pretendem partilhar com o público, em que poderemos assistir, “ao vivo e a cores”, ao processo artístico desde o início até ao fim. Ou seja, desde o momento em que o artista se encontra face a uma tela branca, a uma pauta de música ou a uma cena, até ao momento em que aquilo que foi criado passa a “ser” do público.
Se na primeira parte o espectador vive uma experiência sensitiva na “Arte Global” numa estética baseada no “Work in Progress”, na segunda parte deste espectáculo é o jazz que o convida para embarcar na sonoridade contemporânea dos Politonia.

Ficha artística:
São Nunes – Artista Plástica
Zé Soares – Guitarra/Composição
Mário Franco – Contrabaixo

 

Entrada livre.

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PA145072 João Lobo Antunes, Carlos Janeiro e Graça Capinha

Conferência, 14 de Outubro, 21h30, Auditório José Labaredas (Museu Municipal de Coruche)

  

Convidados: Dra. Graça Capinha
                       Dr. João Lobo Antunes   

 

Moderador: Carlos Janeiro, Comissário da Bienal

 

  • A Medicina na Arte, por João Lobo Antunes

Será discutida a representação artística da medicina, dando especial destaque aos médicos, doentes, cirurgia, patologias, entre outras.” 

  

JOÃO LOBO ANTUNES licenciou-se em medicina na Universidade de Lisboa em 1967. Entre 1971 e 1984 trabalhou em Nova Iorque na Universidade de Columbia. É desde 1984 professor Catedrático de Neurocirurgia da Faculdade de Medicina de Lisboa. Autor de numerosos artigos científicos e editor de vários livros na área das Neurociências, desempenha presentemente as funções de Presidente do Instituto de Medicina Molecular. Publicou três livros de ensaios, Um Modo de Ser (1996), Numa Cidade Feliz (1999) e Memória de Nova Iorque e Outros Ensaios (2002), todos editados pela Gradiva. Em 1996 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa. Igualmente publicou um artigo de opinião intitulado A Arte e o Cérebro na revista Território Artes em 2009.

 

  • Trompe d’oeil ou trompe d’esprit: Poética, Conhecimento e Cidadania, por Graça Capinha

Alguns poetas norte-americanos, resistindo ao emergir do imperialismo norte-americano na década de 50 – um imperialismo sustentado pelo poder científico e tecnológico ao serviço do poder instituído – e sentindo-se herdeiros da tradição modernista, recuperam o ideal democrático de Whitman e vêm propor a imitação da pintura que, em seu entender, desenvolvera técnicas muito mais avançadas que as da literatura para expressar o mundo moderno. O que está em causa, como dizia Picasso, não era o trompe d’oeil, mas o trompe d’esprit. Vêm, assim, propor uma nova/velha forma de conhecimento que só poderá expressar-se numa linguagem aberta, numa poética entendida como prática de cidadania – em processo (de criação e/ou de conhecimento).”

 

GRAÇA CAPINHA é professora auxiliar na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e investigadora do Centro de Estudos Sociais. Foi directora do Instituto de Estudos Anglo-Americanos entre 2006 e 2008 e membro da Comissão Coordenadora do Conselho Científico da FLUC entre 2004 e 2008. Tem leccionado várias cadeiras, cursos e seminários no domínio da literatura anglo-americana, poética e poesia contemporâneas e escrita criativa. Entre 1991 e 1999 foi aluna, fellow e researcher in residence do Poetics Program, na State University of New York (SUNY at Buffalo, EUA). De 2001 a 2002 foi membro da equipa do projecto “Iniciação às Artes para Crianças”, no âmbito do Centro para o Estudo das Artes de Belgais, dirigido pela pianista Maria João Pires, tendo coordenado uma “Oficina de Poesia para Crianças”, com a colaboração de alunos do Curso Livre “Oficina de Poesia” da Universidade de Coimbra, de professores da escola experimental “A Torre” de Lisboa e de artistas de diferentes áreas e nacionalidades. Em 2003 doutorou-se com a tese O Acto e o Arco em Robert Duncan: Primeiras Passagens para uma Re-Escrita da Paixão. Introduziu a área da escrita criativa na FLUC em 1997 e, em 2005, foi a principal responsável pelo primeiro programa de doutoramento transdisicplinar e inter-faculdades (FLUC/FEUC/CES), “Linguagens, Identidade e Mundialização”. Co-organizadora dos “Encontros Internacionais de Poetas” da UC, foi também a principal responsável pela criação do “Programa de Poetas em Residência” da FLUC. Dirige a Oficina de Poesia. Revista da Palavra e da Imagem. Actualmente é coordenadora do Projecto Colectivo “Novas Poéticas de Resistência: O Século XXI em Portugal”, um projecto que envolve cerca de 20 investigadores, financiado pela FCT e acolhido pelo Centro de Estudos Sociais.

 

Entrada livre.

 

PA104844A realizadora – Joana Ascensão

Documentário, 10 de Outubro, 15h00, Auditório José Labaredas

 

Habitada
DocLisboa 2006 – Grande Prémio Tóbis para o
Melhor Documentário Português de Longa-Metragem

Sinopse: Documentário sobre o trabalho de Helena Almeida, artista plástica que, desde o final dos anos 60, tem desenvolvido uma obra na qual explora os limites dos diferentes meios que utiliza, sejam eles a pintura, o desenho, a fotografia ou o vídeo. O filme centra-se nas várias fases e elementos envolvidos no elaborado processo criativo através do qual Helena Almeida constrói as suas obras, colocando em cena o próprio corpo.

[52’, Portugal, 2006, M/6]

Apresentação do filme pela realizadora, seguindo-se um pequeno debate com a mesma após a projecção do filme.

Entrada livre.

PA104826Joana Grupo de Teatro

Teatro, 10 de Outubro de 2009, 12h00, Rua de Santarém
Partida do Salão Alcorucen

 debaixo da mesa

Espectáculo de teatro de rua, livremente inspirado em personagens e
histórias da pintura de Paula Rego.

Um coelho grávido, um galo, uma macaca enfant-terrible, uma hipopótama apaixonada por um pincel sujo de azul. Um cão que é cão mas que também é gente, e que de vez em quando é só um brinquedo. Ora se é bicho que parece gente, ora se é gente que parece bicho. Comportamentos animais e temperamentos humanos. O que há de humano nos animais e de animal nos humanos. No centro de tudo, uma mesa que tem tudo ou quase tudo que faz falta aos bichos e às gentes. Ora bichos ora gentes, ora gentes ora bichos. As suas histórias, partidas, maldades e segredos.
Criação que evidencia uma visão caleidoscópica do mundo, plasmada numa teatralidade que permite a simultaneidade de acontecimentos, e uma narrativa fragmentada no tempo e no espaço. Espectáculo plástico e físico, que pretende quebrar o real, desorientar os sentidos e subverter as aparências, expresso na gestualidade e acções das personagens. Desenhado na largueza da rua, pensado visualmente com a largueza do traço cénico.

Espectáculo de teatro de rua em espaço fixo, antecedido por um percurso.

Público alvo: todas as faixas etárias

Ficha técnica e artística:
Concepção: Ana Mourato e Suzete Bragança Encenação: Suzete Bragança  Assistente de encenação: Hugo Gama  Elenco: Ana Mourato, Fernando Mariano, Helena Ávila, Hugo Gama  Cenografia/Espaço cénico: Rui Francisco Figurinos e máscaras: Inês de Carvalho Movimento: Maria João Pereira Adereços e assistente de cenografia: Rita Cardoso Pires Sonoplastia e operador de som: Miguel Machado Designer de comunicação: Rita Medeiros Carpintaria: Miguel Soares e Filipe Rodrigues Direcção de produção: Ana Mourato Produção: Joana Vilela

Cinema, 4 de Outubro, 15h00, Auditório José Labaredas (Museu Municipal de Coruche)

dontcomeknocking
Nomeado para a Selecção Oficial em Competição no
Festival de Cannes de 2005. 

Sinopse: Howard já teve dias melhores. Quando era novo, tornou-se numa estrela de cinema, especialmente em westerns. Com 60 anos, Howard recorre a drogas, álcool e jovens raparigas para fugir à dolorosa situação de já só haver papéis secundários para ele interpretar. Depois de mais uma noite de excessos na sua caravana, Howard acorda com o desgosto de estar vivo, mas sem ninguém que sentisse a sua falta caso estivesse morto. Nessa manhã, Howard veste-se a rigor e monta o cavalo do filme que está a rodar, mas não irá às filmagens. Howard foge… do filme e da vida.

Título original: Don’t Come Knocking
Com: Sam Shepard, Jessica Lange, Tim Roth, Sarah Polley, Fairuza Balk, Marley Shelton
Argumento: Sam Shepard
Género: Drama 

[122’, França, Alemanha, EUA, 2005, M/12]

Legendado em português.

Apresentação do filme pelo Comissário da Bienal de Coruche.

Entrada livre.

Premiados

Posted: 04/10/2009 in IV Bienal de Coruche, Premiados

Grande Prémio Bienal de Coruche – Blue and white, de Gil Maia

Menções Honrosas:
Abrigo-me #7, de André Filipe Matias Banha
Not in my house #2, de José Fonte
Paisagem 01, de Kasia Gubernat

Inauguração

Posted: 02/10/2009 in IV Bienal de Coruche

Inaugura hoje pelas 18 horas no Salão Alcorucen a exposição das obras seleccionadas a concurso da IV edição da Bienal de Coruche .  

A exposição pode ser visitada no seguinte horário:
Sábado 11.00–22.00
Domingo e Feriado 11.00–20.00
Terça a Quinta 13.00–20.00
Sexta 13.00–22.00
Fechada ao público 12 de Outubro (Segunda)

Entrada livre

A exposição vai estar patente até 18 de Outubro.

Convite

Posted: 28/09/2009 in Convite, IV Bienal de Coruche

Convite

Este ano contamos, ainda, com um ciclo programático paralelo à Bienal com o qual, durante os dias de abertura da exposição, pretendemos mostrar como outras artes – sejam elas, o cinema, o teatro e a música – podem relacionar-se com o meio das Artes Plásticas. Oferecemos, assim, ao público da Bienal uma maior diversidade estética de qualidade e uma sensibilidade artística que se estende a outras áreas. Igualmente, desta forma, pretende-se atrair outro público a visitar a Bienal e a participar num conjunto de actividades e eventos propostos neste programa colateral.

Joana Maria Militão

Bienal de Coruche – Programação

Programação

Para o júri de premiação contamos com a pintora Ana Vidigal, o pintor, crítico de arte e membro do Conselho Técnico da SNBA – Sociedade Nacional de Belas-Artes – Eurico Gonçalves, e o artista plástico da terra João Marçal para integrarem o júri de premiação deste ano.

No passado dia 12 ocorreu a selecção das obras a concurso na Bienal. Das 458 obras de 277 artistas foram seleccionadas 74 obras de 55 artistas para integrarem a exposição final a decorrer de 2 a 18 de Outubro.

Lista de Obras Seleccionadas

O prazo para a inscrição e entrega de obras para a IV edição da Bienal de Coruche foi prolongado até ao final desta semana – dia 6 de Setembro.

Começou hoje o período de recepção das obras para a Bienal de Coruche. O prazo para se entregar as mesmas vai até ao dia 2 de Setembro.

Já está confirmada a presença do artista plástico Rui Dias para fazer parte da composição do júri de selecção das obras a concurso.

Spot Promocional

Posted: 29/07/2009 in IV Bienal de Coruche, Spot

Apesar do atávico cinzentismo nacional, que nos nossos dias teima estar em alta, mais uma vez se reuniram condições para que o colorido projecto “Bienal de Coruche” trouxesse a esta vila um Salão de Artes Plásticas que já se constituiu como uma referência para muitos artistas, população local e apreciadores em geral. Neste ano de 2009 assistimos à 4ª edição e por isso já se nos é permitido alguma História. O que há seis anos poderia parecer um projecto inconsequente e superficial, um capricho ou uma “feira de vaidades”, dados os escassos recursos disponíveis e a inexistência de histórico local nesta área, a Bienal provou ser aquilo que se pretendia desde o início – um espaço de inovação, de encontro, de prazer intelectual e de experiência cultural para muitos, contribuindo para a valorização cultural e social da região. Se numa primeira fase a Bienal de Coruche perseguia um nicho dentro da produção artística, na expressão do neo-figurativo, com o tempo viemos a reconhecer uma apetência por parte de diferentes sensibilidades que se constituíram progressivamente como uma mais-valia cultural.

Este tipo de acontecimentos artísticos é uma oportunidade de crescimento intelectual que não se deve desprezar. Infelizmente, a Escola dos nossos dias subvaloriza o ensino artístico como potenciador de aprendizagens. Um jovem envolvido em actividades de compreensão artística, potencia habilidades manuais, desenvolve os sentidos mas sobretudo desenvolve a mente e as suas capacidades de discernir, interpretar, compreender, representar, imaginar. Também na vertente didáctica a Bienal tem sabido articular-se com o trabalho desenvolvido nas escolas, contribuindo para a humanização de sucessivas camadas jovens no sentido completo e pleno da palavra.

Não existe humanização sem partilha, sem comunicação. Ao afirmar que na arte encontramos uma forma privilegiada de educar e comunicar, estamos a implicar o artista como agente de mistérios, que dão a conhecer a intimidade e a sua interpretação do mundo, o que nos enriquece humana e espiritualmente. Com ele partilhamos o conhecimento e o fenómeno criador e é essa a essência que queremos perpetuar em mais uma Bienal de Coruche

Carlos Janeiro –  COMISSÁRIO DA EXPOSIÇÃO