A Bienal de Coruche é uma exposição consagrada às Artes Plásticas de cariz contemporâneo realizado de dois em dois anos na vila de Coruche, em Portugal, no mês de Outubro. A mesma é organizada pelo Município de Coruche e pelo Museu Municipal de Coruche. Esta já vai na sua IV edição.

Índice

  • Objectivo da Bienal
  • Temática
  • História
  • Áreas da Bienal
  • Premiados
  • Apoios

 

Objectivo da Bienal

A ideia de fazer uma Bienal de Artes em Coruche surgiu como meio de promover uma educação estética a um público pouco habituado à realidade das artes plásticas, especialmente à arte contemporânea. Esta pretende ser um espaço de afirmação de novos talentos que vêem a Bienal como uma oportunidade de partilhar conceitos e confrontar-se com valores já consagrados.  A mesma marca a diferença ao ser um dos poucos eventos deste género a realizarem-se fora da Grande Lisboa ou do Grande Porto.

  

Temática

 

História

A Bienal de Coruche foi fundada em 2003 pelo Arquitecto Carlos Janeiro na vila de Coruche, em Portugal.

A 1ª edição ocorreu entre os dias 11 de Outubro e 9 de Novembro e alcançou um êxito assinalável. Para a 1ª edição foram recepcionadas 373 obras, vindas de todo o país e do estrangeiro. Destas seriam seleccionadas cerca de 80 obras para a exposição final, que contou com a presença do crítico de arte Alexandre Melo como júri de premiação. Nesse ano o número de visitantes aproximou-se dos quatro milhares.

Na 2ª edição optou-se por realizar-se esta exposição numa tenda montada para o efeito no Parque Sorraia, que esteve patente de 14 de Outubro a 6 de Novembro de 2005. Nesse ano foram recepcionadas 366 obras a concurso e seleccionadas 107 obras de 79 autores. Esteve presente a artista plástica Maria Ribeiro Telles como um dos elementos convidados do júri de selecção. Por sua vez, o júri de premiação foi constituído pelo pintor Costa Pinheiro, pela Dra. Luísa Oliveira, da Associação Internacional de Críticos de Arte, pelo Comissário do Salão – o Arq. Carlos Janeiro, pelo representante do Museu Municipal, Dr. Domingos Francisco, e pelo Arq. Dinis Serrão, uma figura importante ligada ao meio cultural da vila de Coruche. Para além da atribuição do Grande Prémio da Bienal de Coruche, assinalou-se excepcionalmente a nomeação de quatro Menções Honrosas.

Em 2007, com a 3ª edição da Bienal de Coruche de Artes Plásticas, superou-se o número de obras recepcionadas nos anos anteriores – 544 obras pertencentes a 324 artistas no total, que seriam alvo de selecção posterior com a escolha final de 100 obras. A exposição das obras a concurso esteve patente ao público no antigo restaurante Alcorucen, de 4 a 21 de Outubro, cujo Júri de Premiação contou com a presença, entre outros, do Artista Plástico Pedro Casqueiro e do Director da Galeria 111, Rui de Brito. Nesse ano, a Bienal de Coruche contou, ainda, com os apoios do Banco Espírito Santo e do Rádio Clube Português.

Já com seis anos de história, a 4ª edição da Bienal de Coruche volta a estar presente mais uma vez na vila de Coruche entre os dias 2 de Outubro e 18 de Outubro de 2009.

  

Áreas da Bienal

  • Pintura 
  • Desenho
  • Técnicas Mistas

  

Premiados

2007

  • s/ título, de Frederico Ramires (Grande Prémio Bienal de Coruche – BES)
  • A Nuvem Passa Mas a Chuva Fica, de Cristina Troufa (Menção Honrosa)
  • s/ título, de Daniel David Coelho dos Santos (Menção Honrosa)
  • Viagem dos Sentidos, de Mónica Carina Palmeira da Silva (Menção Honrosa)

 2005

  • WOW, de Catarina Lira Pereira (Grande Prémio da Bienal de Coruche)
  • Espaço Fulgente e (In)florescência, de Raquel Oliveira (Menção Honrosa)
  • Manto e Aparência, de Raquel Gomes (Menção Honrosa)
  • Mistag, de Mário Araújo (Menção Honrosa)
  • s/ título, de Pedro Almeida (Menção Honrosa)

2003

  • s/ título, de Alexandre Fisga (Grande Prémio da Bienal de Coruche)
  • Bios 32, de Gabriel Colaço e Gilberto Colaço (Menção Honrosa)
  • Essência, de Guilhermina Jesus Pereira (Menção Honrosa)
  • s/ título, de Mário Rodrigues (Menção Honrosa)

 

Apoios

 

AT