Cartaz Bienal 2015

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Selecção das Obras

Chegou ao fim mais uma edição da Bienal de Artes Plásticas de Coruche.
Nesta edição deu-se expressão a uma nova forma de abordagem artística – a Instalação –, a qual pretendeu criar maior impacto junto do público, definindo a rua como espaço expositivo, num percurso que integrou o Centro Histórico.

Recordamos que foram apresentados 50 projetos a concurso, de 35 artistas nacionais e estrangeiros, tendo o júri selecionado 10 cuja lista se apresenta e que foram concretizados pelas ruas do Centro Histórico, Jardim 25 de Abril, Parque do Sorraia e Mercado Municipal.

Listagem dos projetos selecionados:

André Banha – Segurei-te o pôr do Sol
Segurei-te o pôr do Sol

Andreia Santana – Playground: requisitos para uma superfície de queda I
Playground: requisitos para uma superfície de queda I

António Barros – autofA(l)gias
autofA(l)gias

Catarina Nunes – Contaminação onírica
Contaminação onírica

Jorge Francisco – O casulo. «A metamorfose»
O casulo. «A metamorfose»

Leonor Antunes – Toco-te
Toco-te

Marta de Aguiar – Pasto e repasto
Pasto e repasto

Miguel F e Andreia Ruivo – Do admirável mundo dos distraídos para querida rua dos outros
Do admirável mundo dos distraídos para querida rua dos outros

Paulo Almeida – Cabeça de vento / Cabeça perdida
Cabeça de vento / Cabeça perdida Sente

Susana Aleixo Lopes – Sente
sente-se

No dia 28 de setembro, data inaugual, o júri de premiação reuniu e distinguiu as seguintes Instalações:
Distinção Bienal de Coruche-Percursos com Arte – Segurei-te o Pôr-do-Sol de André Banha
Menção Honrosa – Toco-te de Leonor Antunes
Menção Honrosa – Pasto e Repasto de Marta de Aguiar
Menção Honrosa – Do Admirável Mundo dos Distraídos para a Querida Rua dos Outros de Miguel F e Andreia Ruivo

Foi ainda atribuída a Distinção do Público, no dia 04 de outubro, através de voto online no facebook, a Instalação Pasto e Repasto de Marta de Aguiar

Paralelamente, a criação de um projeto complementar – Envolvências locais –, que transformou as ruas da vila numa enorme galeria de arte, permitiu ao público aceder às mais diversas obras produzidas por 40 artistas coruchenses, ou que de alguma forma estavam ligados a Coruche através da arte, e que foram complementadas pelos trabalhos de mais de 300 munícipes.

V Edição da Bienal de Coruche – Percursos com arte

Estamos de volta com mais uma edição da Bienal de Coruche a decorrer entre os dias 28 de setembro e 13 de outubro, este ano com uma nova abordagem artísticaa Instalação e que se realizará no exterior, em pleno espaço urbano da vila.

É nossa intenção relacionar a tradição artística com a necessidade da chamada de atenção para os valores urbanísticos e arquitetónicos de Coruche, concretamente para o seu centro histórico, sendo que as intervenções em espaço urbano podem por si serem um veículo ao estímulo cultural, à semelhança do que tem acontecido.

É objetivo desta edição receber obras de artistas que tenham na instalação uma das suas formas de expressão, intervindo num percurso determinado.

Convidamos, assim, todos os que queiram participar a consultar a página eletrónicado Museu Municipal onde estão acessíveis as Normas de Participação e a Ficha de Inscrição, ou a deslocarem-se às instalações do MuseuMunicipal.

Os projetos para seleção devem ser entregues até ao dia 25 de agosto, no Museu Municipal.

Paralelamente à Bienal, e como complemento a esta, ao longo do mesmo percurso vão poder também fruir-se outras áreas de expressão artística, realizados por artistas locais e outros que de alguma forma têm ligação com Coruche.

Ao percorrer as ruas da vila deparar-nos-emos com lojas devolutas que viram galerias, montras que emprestam espaço à arte, fachadas de edifícios que ganhamvida”…

Bienal de Coruche – 2011 – Esclarecimentos

A Bienal de Coruche já faz parte do património cultural da vila e é com crescente expectativa que de ano para ano temos assistido à sua consolidação enquanto fenómeno artístico, acarinhado quer nos meios artísticos quer por quem nos visita. Contudo, pelo menos para aqueles que têm estado directamente envolvidos neste projecto, ficou sempre a impressão de que poderíamos (deveríamos) ter ido mais longe. Aliás, este sentimento tem sido o motor da vontade para que, de edição em edição, pudéssemos ir ultrapassando as dificuldades naturais que a interioridade padece.
Já em 2007 e 2009 nos referíamos à questão da falta de espaço próprio – forte impedimento à melhoria das condições funcionais e qualitativas da Bienal – e da escassez de meios económicos que, apesar do louvável empenho da Câmara de Coruche, na pessoa do seu presidente, tem constituído outro obstáculo.
Num ano em que todo o país se vê na necessidade de racionalizar recursos e optimizar investimentos, não seria de esperar que os aspectos culturais pudessem competir com outros mais primários, nomeadamente quando continuamos licitamente a ambicionar mais e melhores meios. E é também numa perspectiva de desígnio nacional que neste ano, ano de bienal, tomámos a decisão de interromper o ciclo. Assim, em 2011 não haverá Bienal de Coruche.
Mas é apenas uma interrupção. Com ela esperamos criar melhores alicerces para um crescimento sustentável, uma janela de oportunidade que nos permita atingir os objectivos traçados desde o início e de algum modo sempre adiados.
Não vamos ter Bienal mas não implica necessariamente que não evoquemos o que de melhor nos trouxe. Iremos, assim, promover uma mostra de trabalhos dos autores premiados desde a primeira edição da Bienal de Coruche, o que nos permitirá ter uma visão geral da sua evolução. Tendo já a confirmação da maioria dos distinguidos, será um momento de encontro e reflexão, sempre necessário quando se pretende ser melhor.
Por uma melhor e maior Bienal.

Carlos Janeiro
COMISSÁRIO DA BIENAL DE CORUCHE

Balanço Bienal 2009

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Apesar da crise instalada no país, da curta duração desta exposição (que esteve aberta um pouco mais do que duas semanas) e da sua localização, o balanço final foi positivo com cerca de dois mil visitantes. O que não é de admirar devido ao grande salto qualitativo e da diversidade estética das obras presentes nesta exposição.
Esta iniciativa contou com diversas visitas de estudo de escolas de diferentes partes do concelho, contribuindo deste modo para a formação de futuros públicos. Além disso, contou ainda com uma grande variedade de actividades paralelas, como o ciclo Artes Plásticas e Outras Artes, aberto ao público em geral, que dentro daquilo que se tinha em mente foi bem sucedido. Deste modo, alcançámos mais uma vez um dos objectivos fulcrais da bienal – o seu carácter didáctico, e começámos a atingir uma maior abertura cultural e artística em Coruche. A acrescentar a este panorama tivemos pela primeira vez o Projecto Jovens Artistas, que obteve uma boa resposta e aderência, com a organização de um debate com jovens artistas – o 1.º Encontro de Jovens Artistas, e ao reclamar um espaço para as outras artes, através da exposição de fotografia Take-Away Roots de Sofia Silva.